Confusão
Minha mente durante a semana:

- Tenho muitos textos para redigir. Ainda não entreguei quase nenhum fichamento para os professores e já tem mais de um mês de aula.
- Não agüento essa distância. Faz doer muito.
- Meus pais... Eles erraram muito comigo.
- Eu sempre dou um jeito depois no fim do semestre. Mas eu deveria ser mais organizada.
- Meu salário nem saiu e já tem vários destinos. Vou ficar sem nada mais uma vez.
- Eles não erraram. Fizeram o que puderam. Vou comprar orquídeas para minha mãe.
- A distância ás vezes nem é tão ruim assim...
- Sonhei com você. Como nossa relação consegue ser tão íntima e superficial ao mesmo tempo? Quero entender seu desenredo. Quero descobrir porque ele me desconcerta tanto.
- Como será quando eu for embora? Será que nunca mais vamos nos falar? Orquídeas têm um perfume muito bom!
- O que será que ela tem? Será que é grave? Mas não apresenta sintomas... Será que ela esconde os sintomas de mim? Por que ela é tão misteriosa assim?
- Ele está crescendo. Está quase me ultrapassando. E nós somos tão distantes. Como será nossa relação depois que eu for embora?
- Como alguém pode chegar a esse ponto? A depêndencia emocional de outra pessoa é doênça. Doênça grave que afeta todo o organismo. Sinto muito por você estar assim. Tenho saudade da nossa infância. Você era feliz naquele tempo.
- Sinto raiva das pessoas que não te notam. Sinto raiva das pessoas que não te valorizam e não percebem o quão especial você é. Sinto riva por essas pessoas serem a sua família.
- Gosto dos comentários no meu blog. Preciso postar. Mas o quê? Essa semana foi tão cheia, nem deu tempo de pensar em nada... Ou será que o problema foi pensar demais?
Escrito por Sininho às 11h39
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