Teste de personalidade

 

O idealista

Seu modo principal de viver é focado internamente, lidando com as coisas de acordo com a maneira com que você se sente quanto a elas, ou de acordo com a maneira com que elas se encaixam no seu sistema de valores pessoais. Seu modo secundário é exterior, através do qual você absorve fatos principalmente através da sua intuição.

Você, mais do que outras pessoas que são intuitivas e que dão mais ouvidos aos sentimentos do que à razão pura, é focado em fazer do mundo um lugar melhor para as pessoas. Sua primeira meta é encontrar o seu significado na vida, perguntando coisas do tipo: “Pra quê eu existo? Qual é o meu propósito? De que maneira eu posso melhor servir a humanidade durante a minha vida?” Você é uma pessoa idealista e perfeccionista, e se esforça ao extremo para atingir os objetivos que identificou para si mesmo.

Você é muito intuitivo sobre as pessoas. Você conta totalmente na sua intuição para te guiar, e usa suas descobertas para buscar constantemente o valor da vida. Você está numa missão contínua para encontrar a verdade e o significado das coisas. Cada interação e cada pedaço de sabedoria adquirida é filtrada pelo seu sistema de valores, e avaliada para ver se existe algum potencial para lhe ajudar a definir ou refinar mais ainda seu próprio caminho na vida. A meta final é sempre a mesma – você se esforça para ajudar as pessoas e para fazer do mundo um lugar melhor.

Em geral, uma pessoa gentil e de muita consideração, você é um bom ouvinte e deixa as pessoas à vontade. Mesmo que reservado ao expressar suas emoções, você se importa demais com os outros, e é genuinamente interessado em entender as pessoas. Esta sinceridade é percebida pelos outros, fazendo de você um amigo especial, e em que se pode confiar. Você geralmente é muito caloroso com as pessoas que você conhece bem.

Você odeia conflitos, e faz o que puder para evitá-los. Se você precisa encará-los, será sempre utilizando a perspectiva dos seus sentimentos. Em situações de conflito, você dá pouca importância para quem está certo e quem está errado. Você presta atenção à maneira com que você se sente quanto ao conflito, e não se importa muito se seus sentimentos estão ou não corretos. Você simplesmente não quer se sentir mal. Essa característica às vezes faz com que você aparente ser uma pessoa irracional e ilógica em situações de conflito. Por outro lado, você faria um ótimo papel de mediador, e tem facilidade de resolver os conflitos dos outros, porque você entende intuitivamente as perspectivas e os sentimentos das pessoas, e quer genuinamente ajudá-las.

Você é flexível e despreocupado, até que um de seus valores seja violado. Assim, se seu sistema de valores está sendo ameaçado, você pode se tornar agressivo, lutando com muita garra e paixão por sua causa. Quando você começa um projeto no qual se interessa, é muito comum que este se torne uma “causa” para você. Apesar de você não ser uma pessoa focada em detalhes, você cobrir cada detalhe necessário com vigor e determinação, enquanto lutando por essa sua causa.

Quanto a detalhes mundanos da vida (como lavar, limpar, passar, etc), você praticamente não está ciente deles. Você pode passar meses sem perceber as manchas no carpete, mas você cuidadosamente e meticulosamente remove aquele filetinho de poeira que caiu em cima do seu caderno de projetos.

Você não gosta de ter que lidar com fatos concretos e com lógica. Seu enfoque pessoal nos seus sentimentos e na condição humana torna difícil que você lide com decisões impessoais. Você não compreende nem acredita na validade de uma decisão que não leva as pessoas em consideração, fazendo de você uma péssima pessoa para tomar esse tipo de atitude. Você provavelmente evitará análises impessoais, apesar de poder desenvolver esta capacidade, e de conseguir ser bastante lógico. Sob estresse, é comum que você utilize a lógica de uma maneira errada quando, por exemplo, num momento de raiva, em que você cita fato após fato (e geralmente não completamente corretos) em uma explosão emocional.

Você tem padrões altíssimos e é um perfeccionista. Conseqüentemente, você é muito duro consigo mesmo, e não dá muito valor às suas conquistas. Você pode acabar tendo problemas na hora de trabalhar em um projeto em grupo, pois seus critérios e padrões tendem a ser bem mais altos do que os do resto do grupo. Nessas situações, você pode ter um problema de “controle”. Você precisa tentar equilibrar seus ideais com suas necessidades do dia-a-dia. Sem resolver este conflito, você nunca ficará feliz consigo mesmo, e pode ficar confuso e paralisado quanto ao que fazer de sua vida.

Pessoas como você geralmente são escritores talentosos. Você pode se sentir esquisito e desconfortável em se expressar verbalmente, mas você tem uma capacidade maravilhosa de definir e de expressar no papel o que você está sentindo. Você também gosta de participar de profissões de cunho social, como na área de aconselhamento ou de educação. Você se encontra o mais confortável e feliz possível quando trabalha pelo bem das pessoas, e onde você não precisa usar lógica intensamente.

Se você desenvolver suas potencialidades você poderá realizar feitos maravilhosos, apesar de que provavelmente você nunca irá reconhecê-los como tais. E lembre-se: algumas das pessoas que mais causaram desenvolvimentos humanísticos no mundo foram pessoas como você.

 



Escrito por Sininho às 12h19
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Identificação...

Estou Cansado
 
   Estou cansado, é claro, 
   Porque, a certa altura, a gente tem que estar cansado. 
   De que estou cansado, não sei: 
   De nada me serviria sabê-lo, 
   Pois o cansaço fica na mesma. 
   A ferida dói como dói 
   E não em função da causa que a produziu. 
   Sim, estou cansado, 
   E um pouco sorridente 
   De o cansaço ser só isto — 
   Uma vontade de sono no corpo, 
   Um desejo de não pensar na alma, 
   E por cima de tudo uma transparência lúcida

Álvaro de Campos

 



Escrito por Sininho às 17h05
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Novidade

Há uma casinha, com uma beliche, sofá cama (esse é novo!), mini guarda-roupa, tv e circulador de ar cedidos pela irmã mais velha, há o banheiro (pequenininho mas alegre pelo tom laranja dos tapetinhos), há a cozinha, com fogão e geladeira novinhos (mas esses não são nossos).

Houve muita ajuda. Da mamma, do pai piauiense, da mãe superpreocupada. Houve ajuda até da irmã-figura: as panelas de esmalte com desenhos de frutas e verduras, compradas há muuuuito tempo atrás. Houve ajuda da amiga: festa nas lojinhas de preço bom.

Houve torcida de muitos cantos: do bairro, da família, do faculdade e do Planeta B-612. Houve surpresa, mesmo que envolta de muito dor. Talvez não houve compreensão, mas o fundamental esteve presente: R E S P E I T O .

Muito se passou, muito nos impulsionou, muito nos amedrontou, muito nos ajudou, muito nos  entristeceu e muito nos alegrou...

O que fica é o sonho sendo realizado. A convivência almejada. A liberdade conquistada. O desejo que conseguir mais e a esperança de não machucar.

Sai de casa e me casei.

Por amor.

=)



Escrito por Sininho às 16h11
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Paciência


"Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora vou na valsa
A vida e tão rara
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara

Tão rara"



Escrito por Sininho às 01h39
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Férias...

 

Como eu queria estar de férias...!

... Das preocupações...

... Dos problemas...

... Dos medos...

... Da ansiedade...

... Das suposições...

... Das decisões...

Eu sei onde quero chegar e sei que vou chegar, mas a caminhada está bem cansativa!

 

Desculpem o sumiço. Tempo eu até tenho, mas não disposição. Tomara que isso tudo passe logo e quando eu voltar contarei tudo, prometo! =)

 

Beijos



Escrito por Sininho às 10h56
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Visitando...

 

Ah... que saudades de escrever aqui. Que saudade de parar pra pensar um pouquinho nos meus sentimentos, tentar entendê-los e descrevê-los. Aliás, acho que é descrevendo que eu os entendo. Velha mania de tentar racionalizar sentimento.

Estou carregada de coisas que gostaria de escrever aqui. Mas ainda não estão prontas para sair... A cabeça está lotada de tudo! Não era para eu estar de férias?

A vida vai mudar totalmente dentro de um mês. Neste momento a ansiedade e uma pitada de insegurança são as minhas companheiras fieis. Resta esperar.

Voltarei em breve.

=)



Escrito por Sininho às 15h30
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Confortante...

 

... É quando você acorda agustiada,

triste e com vontade de chorar depois de um sonho ruim...

E a pessoa mais fantástica do mundo está ao seu lado...

Te envolve nos braços...

Te abraça aquecendo e desacelerando o coração...

Te acolhe e diz que tudo não passou de um pesadelo...!

 

***PORTO SEGURO***

 



Escrito por Sininho às 15h26
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8 meses

 

Faço da nossa música as minhas palavras:

"Ainda bem
Que você vive comigo
Porque senão
Como seria esta vida
Sei lá
Nos dias frios em que nós estamos juntos
Nos abraçamos sob o nosso conforto de amar

Se há dores tudo fica mais fácil
Seu rosto silencia e faz parar
As flores que me manda são fato do nosso cuidado e entrega
Meus beijos sem os seus não daria
Os dias chegariam sem paixão
Meu corpo sem o seu uma parte
Seria o acaso e não sorte

Nesse mundo de tantos anos
Entre tantos outros
Que sorte a nossa hein?
Entre tantas paixões
Este encontro
Nós dois, este amor..."

 

Obrigada por tudo!



Escrito por Sininho às 13h33
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Cenas e Diálogos de Vida - Nº 3

 

Eram seis da manhã. A cama pedia companhia por mais alguns minutinhos, mas eu precisa começar o ritual matinal. Arrumar a roupa, o material da faculdade, tomar banho, tomar café e sair resmungando pela rua.

A universidade fica bem longe da minha casa e para atravessar essa distância tenho duas opções: pegar o ônibus que passa em frente de casa e ir até o centro e lá pegar outro que vai até a universidade, ou andar cerca de vinte minutos até um ponto onde passa um ônibus que me deixa na porta da faculdade. Como eu sempre escolho a segunda opção (por motivos de economia), caminho até o ponto correndo e resmungando quase todas as manhãs. Hoje, porém, minhas reclamações foram cessadas por uma "maratona" muito divertida.

Fechei o portão de casa e fui encarada por duas crianças, um menino e uma menina (usavam o mesmo uniforme e tinham mochila, acho que também estavam indo estudar). Depois de cruzados os olhares eles continuaram contando: " 1... 2... 3... !" Saíram correndo desajeitadamente. Acho que o mal jeito se devia as gargalhadas que eles davam enquanto corriam.

Desta forma eles percorreram todo o caminho comigo. Apostando corrida de quando em quando.... e rindo muito. O mais interessante é que não se tratava de uma corrida com vencedor e perdedor, eles gostavam de chegar juntos ao ponto de chegada combinado!

Hoje só fiquei observando.... Mas... Será que se eu pedir com jeitinho eles me deixariam participar amanhã?

 



Escrito por Sininho às 09h59
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Criança

 

Um diálogo

 

Sininho (apontando seu ventre): - Olha só Babi, vai ter um neném aqui.

Babi (3 anos): - Vc vai ganhar neném?

Sininho: - Vou!

Babi: - Quando?

Sininho (depois de pensar sobre a resposta): - Depois que eu me casar.

Babi: - Com quem você vai se casar?

Sininho: - Com o meu marido.

Babi: - E qual é o nome dele?

Sininho: - Eu não sei ainda...

Babi (em tom de advertência): - Você tem que perguntar né?!

 

 

 



Escrito por Sininho às 09h41
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7 meses

 

Tenho que esperar você chegar do trabalho. Ansiedade para te ver...

Você chega cheia de saudades. Conversamos e você conta os últimos acontecimentos da empresa.

Estamos juntas, no nosso cantinho.

A semana ficou para trás, junto com a saudade, o cansaço e o desânimo.

Banho para descarregar o peso da rotina. Renovação e jantar. Comida italiana. NOite regada a vinho, música, muita conversa e risos.

Comemoração.

O mundo fica menos doloroso quando estou com você. Você me faz enxergar o mundo com os melhores olhos.

A vida deixou de ser dificuldade e se tornou prazer no momento em que me apaixonei.

Não estou mais sozinha.

"Eu quero dar beijo quando vc sentir cólica...
E inventar uma comida maluca quando só tiver frango ruim no bandejão...
E ficar procurando material na net pra ajudar no seu dossiê......"
 

Companheirismo.

É com alguém assim que desejo e escolho compartilhar todos os meus dias. É por alguém assim que ficarei à espera todos os dias, aguardando a volta do trabalho.



Escrito por Sininho às 18h05
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15 de Outubro

 

Estou na escola desde que tinha alguns meses de idade. Meus pais sempre trabalharam muito e por isso, passei mais tempo nas escolas do que em qualquer outro lugar. Tal fato também justifica meu apego pelas professoras. Seja qual fosse o grau, sempre tive uma professora-amiga-meio-mãe que foi marcante. Figuras que me ensinaram mais do que ler, escrever, interpretar, somar, equacionar, pintar, jogar, etc.

Na pré-escola eu tive a Clarice, que era brava mas era legal. No pré-primário tive a professora Mônica, que ficou grávida na mesma época que minha mãe e isso nos rendeu muito assunto. No Ensino Fundamental a professora especial foi a Simone, que ensinava a matéria odiada (matemática) de um jeito impossível de não aprender. A Márcia, professora de português, marcou o Ensino Médio eme auxiliou no auge da minha "aborrecência". No cursinho, ambiente de stress total, onde ninguém quer ser amigo de concorrente, uma figura mineira teimava em plantar sentimento nas aulas, a Fabi.

Costumo dizer que o professor ensina a viver no mundo, nesse mundo maluco. O professor é domador de almas. Muitas vidas passam por ele e dificilmente ele conseguirá não se envolver e se dedicará a lecionar somente.

Talvez essa seja uma visão romântica. Mas é a minha.

Sei que, como em qualquer profissão, há professores ruins. Tive exemplos disso. No entanto, nada me impediu de admirar esses profissionais ou de homenageá-los sempre que possível.

Defendo a idéia de que o Dia dos Professores, assim com letra maiúscula, deveria ser feriado mundial. Tudo bem que dia dos professores é todo dia, como o Dia das Mães, mas esse capricho seria merecido.

São condições péssimas de trabalho, baixos salários, desvalorização, preconceito e discriminação motivos suficientes para tornar o ofício impossível, todavia, muitos deles prosseguem.

Embora eu seja uma admiradora confessa, nunca sonhei em me tornar uma docente. O fato engraçado é que sou graduanda em Pedagogia. Este ano me surpreendi ganhando "Parabéns" no Dia dos Professores. Adoro o curso mas não me vejo exercendo a profissão. Há uma paixão maior.

Mas... quem sabe eu não me surpreenda mais uma vez, afinal, a escola sempre foi minha casa.

 



Escrito por Sininho às 12h51
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Mal condicionadamente necessário

 

Escrever, escrever, escrever.... Escrever!

Escrever sempre foi o meu refúgio, meu desabafo. Acima disso, escrever é a minha forma de expressão, a forma titular, a predominante.

Já escrevi muitas cartas, para diversas pessoas e por motivos, obviamente, diferentes.

Minhas cartas sempre são muito densas, altamente carregadas de emoção. Passo meses decidindo se vou escrever ou não... Sempre acabo escrevendo, entrego/envio e me satisfaço.

Há reações e reações.

Algumas cartas causaram choro de alegria, outras de tristeza. Outra foi parar em quadro. Outra interrompeu uma aula. Outra causou silêncio. Outra indiferença. Outra raiva. Outra decepção. Outra indignação. Outra risos. Outra esperança. Outra saudade...

Cada reação representa uma pessoa. Pessoas que somente eu sei quem são. Pessoas que aproximei e afastei de mim através destas cartas. Pessoas que, de uma forma ou de outra, despertaram algo muito forte em mim. Pessoas com as quais eu queria me expressar, sobretudo, com palavras ditas e não escritas.

Escrever é libertação e bloqueio.

Terapia e vício.

Ajuda e prejuízo.

 



Escrito por Sininho às 12h08
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FALTA

 

Sou uma pessoa saudosa. Sinto falta de tudo o que uma vez, obviamente, me foi bom. Pode ser de uma rotina, como por exemplo, passar em frente do mesmo lugar porque a paisagem é agradável. Pode ser de uma comida. Pode ser de uma música. Pode ser de um lugar, de uma época, de uma viagem, de uma relação, de uma conversa, de uma pessoa...

Hoje eu senti saudade dele. É uma saudade cortante, como se arranhassem meus órgãos, como se minha pele estivesse cheia de cortes. Não é uma saudade boa, é uma saudade ruim. Ruim porque é saudade de alguém que se foi mas ainda está aqui.

É saudade do seu jeito carinhoso de me olhar. Saudade do colo. Eu adorava quando ele me colocava sentada nos ombros, eu me sentia nas alturas. Saudade de brincar de pegar. Saudade da proteção. Quando a mãe brigava eu ia chorar com ele. Ele também dava bronca, mas estas eram menos dolorosas. Saudade de conversar sobre música, ele sempre se gabava do seu gosto refinado. Saudade do jeito dele com os meus amigos. Todos se assustavam com a cara de bravo, mas quando ele abria a boca as gargalhadas rolavam. Saudades dos tapinhas na perna e dos apertões no nariz, embora eu os odiasse fervorosamente. Saudades de sair do colégio e encontrá-lo na saída, me esperando. Saudades dos presentes que me dava sem motivo. Saudades imensas de ser a filhinha do papai...

Hoje sou só alguém que vive na mesma casa. Uma decepção. Um alto gasto de dinheiro. Uma perda de tempo.

Este é o nosso presente deprimente. E o futuro, como será?

 

***************

Para quem (como eu) gosta de um bom drama, recomendo o filme "Querido Frankie" (nome original: "Dear Frankie"). Deliciosamente sensível e, em alguns momentos, engraçado. Dirigido por Shona Auerbach e escrito por Andrea Gibb, aqui vai a sinopse: Lizzie (Emily Mortimer) há anos conta a mesma mentira para o filho Frankie. Para explicar a ausência do pai violento, ela diz que ele trabalha em um navio e roda o mundo. No entanto, a embarcação está para aportar na cidade e o garoto quer a todo custo conhecer seu pai. A única saída que Lizzie encontra é contratar um charmoso tripulante do navio, vivido por Gerard Butler, para ser um 'falso' pai. Mas a mentira sai do controle dela.


 



Escrito por Sininho às 09h24
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Falta de comunicação

 

Bem... O que parecia ser uma decepção não passou de uma preciptação.

O que, aliás, sempre acontece comigo. Tenho mania de focar apenas alguns pontos (sentimentos confusos, na maioria das vezes) e não enxergar mais nada.

Felizmente, todas as vezes que me preciptei consegui me resolver depois.

Quem sabe um dia eu aprenda.

 



Escrito por Sininho às 11h47
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